Categoria: Fruticultura

  • Cemafauna participa a partir de hoje, da 1ª expedição do Projeto POLLINOVA e avança em parceria com grandes produtores de manga do Sertão pernambucano

    Cemafauna participa a partir de hoje, da 1ª expedição do Projeto POLLINOVA e avança em parceria com grandes produtores de manga do Sertão pernambucano

    A inovação que une ciência, tecnologia e conservação deu mais um passo importante no Sertão pernambucano. Nos dias 23 e 24 de outubro de 2025, a equipe do Projeto e Startup POLLINOVA esteve em campo para realizar a primeira expedição técnica dedicada ao delineamento amostral dos experimentos que irão avaliar a polinização assistida com abelhas nativas sem ferrão em cultivos de manga. O trabalho, conduzido em áreas da empresa Agrodan nos municípios de Belém do São Francisco e Ibó, contou com a presença da pesquisadora do Cemafauna, Dra. Aline Andrade, e reforça a integração entre ciência aplicada e produção agrícola sustentável.

    A expedição teve como objetivo definir, junto à equipe administrativa e técnica da Agrodan, as áreas controle e os talhões experimentais que receberão colônias de abelhas nativas. Seis talhões das variedades palmer, keitt e kent foram previamente selecionados para compor o desenho amostral, que recebeu ajustes finais durante a visita. A previsão é de que o posicionamento das colônias aconteça já na primeira quinzena de dezembro, acompanhando o cronograma da chamada “Pernambucanas Inovadoras”, financiada pela FACEPE.

    A pesquisadora Aline Andrade destacou a importância da iniciativa para a construção de dados sólidos sobre polinização assistida em fruticultura irrigada. “Foi um momento decisivo para garantirmos que o experimento tenha rigor técnico e representatividade. Trabalhar diretamente com os campos de produção e observar cada detalhe da área nos permite planejar um estudo capaz de gerar resultados consistentes, que beneficiem tanto a ciência quanto os produtores”, afirmou.

    Além da atuação da ecóloga de campo, o POLLINOVA conta com a gestão geral da coordenadora do Cemafauna, professora Patrícia Nicola. Ela reforça que o projeto nasce em sintonia com demandas reais do setor produtivo e com o compromisso de promover inovação no semiárido. “Estamos construindo uma solução que dialoga com os desafios do território, valorizando nossas abelhas nativas e mostrando que é possível aumentar a produtividade com responsabilidade ambiental. É o tipo de pesquisa que transforma realidades e fortalece a agricultura sustentável no Vale do São Francisco”, destacou.

    A equipe envolvida no trabalho inclui ainda o Dr. Paulo e a agrônoma Maira Novais, responsáveis pela gestão técnica e administrativa da Agrodan, além das colaboradoras Ariane e Adrielly, engenheiras em Agronomia e Ciência da Computação, que apoiam a coleta e organização das informações de campo.

    Selecionada para a jornada de pré-incubação da IntecVasf (@intecvasf), a Startup POLLINOVA segue avançando nas etapas de estruturação, prototipagem e validação do modelo de negócio. A iniciativa reforça o potencial do Sertão para desenvolver soluções tecnológicas alinhadas à conservação da biodiversidade e ao aumento da eficiência produtiva. Com a primeira expedição finalizada e as áreas mapeadas, a próxima fase do projeto promete revelar, na prática, como a sinergia entre ciência e inovação pode impulsionar uma agricultura mais inteligente e sustentável no semiárido brasileiro.

    Assessoria de Comunicação do Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga

  • DINC convida produtores e demais interessados para palestra gratuita sobre Nematoide e Fusariose na cultura da banana

    DINC convida produtores e demais interessados para palestra gratuita sobre Nematoide e Fusariose na cultura da banana

    O Distrito de Irrigação Nilo Coelho (DINC) realiza, no próximo 25 de novembro, às 16h30, mais uma edição do programa Agro em Pauta, com a palestra “Nematoide e Fusariose na cultura da banana”. O evento, gratuito, acontece no auditório do DINC, localizado na Vila CS-01, Zona Rural de Petrolina, e é aberto a produtores, técnicos, estudantes e demais interessados em sanidade vegetal.
    A capacitação será conduzida pela Dra. Patrícia Oliveira, nematologista e referência em diagnóstico e manejo de fitonematoides no Semiárido. Com atuação em consultoria, pesquisa aplicada e treinamento técnico, Patrícia trabalha diretamente com culturas de alta relevância econômica, auxiliando produtores a identificar e controlar distúrbios causados por nematoides, pragas que, quando associadas a fungos como o Fusarium, podem causar perdas severas de produtividade.
    Durante a palestra, a especialista vai abordar desde os sintomas e impactos das doenças até estratégias de manejo integrado, destacando como a presença de nematoides pode agravar os danos da fusariose, uma das principais ameaças aos bananais em regiões irrigadas.
    Para o gerente de Operação do DINC, Armando Bagagi, o encontro reforça o papel do Distrito na transferência de conhecimento técnico aos produtores.
    “Estamos comprometidos em oferecer informações que ajudem o produtor a proteger sua lavoura. A palestra da Dra. Patrícia traz orientações práticas que fazem diferença no campo e fortalecem a bananicultura no nosso perímetro irrigado.”, destaca.
    Importância da bananicultura no Vale do São Francisco
    Apesar de a manga e a uva liderarem a pauta exportadora da região, a banana tem papel expressivo na economia local, especialmente para o abastecimento regional e a geração de emprego em propriedades familiares. O manejo adequado de pragas e doenças é determinante para garantir produtividade, qualidade e longevidade dos bananais no Vale do São Francisco, onde a irrigação permite cultivos durante todo o ano.
    Por ser sensível a distúrbios fitossanitários, especialmente nematoides e Fusarium, a cultura demanda atualização constante dos produtores, um dos motivos pelos quais o DINC tem ampliado ações de capacitação técnica.
    Link para inscrição da palestra:
  • Ministério reconhece ocorrência de praga que afeta a uva no RN; entenda

    Ministério reconhece ocorrência de praga que afeta a uva no RN; entenda

    Bruno Vital –

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reconheceu oficialmente a presença da praga quarentenária Xanthomonas campestris pv. viticola no Rio Grande do Norte. A medida consta na portaria (nº 1.443), publicada no Diário Oficial da União, e inclui o Estado na lista de unidades da federação com ocorrência da bactéria que atinge plantações de videira.

    A confirmação acende um alerta no Estado, que começou a cultivar a cultura da uva recentemente, nos últimos três anos. Para evitar prejuízos, o secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sape), Guilherme Saldanha, afirma que o Governo do Estado discute com o Ministério da Agricultura as medidas a adotar.

    “Estamos nos reunindo para saber qual a melhor decisão a se tomar. Tanto pode ser a erradicação dessas lavouras, como pode ser também solicitar ao Ministério a mudança do status sanitário do Rio Grande do Norte, como ocorre, por exemplo, em Pernambuco e Bahia, que têm a ocorrência da doença, mesmo assim eles são os maiores produtores, exportadores de frutas”.

    Ainda de acordo com Saldanha, o aparecimento da doença está relacionado ao avanço recente do cultivo de uvas no território potiguar. Ele explica que o Rio Grande do Norte não tinha tradição na produção da fruta e, por isso, o monitoramento da praga não fazia parte da rotina do setor.

    “O Rio Grande do Norte não era um produtor de uva. Consequentemente não se pesquisava com certa regularidade essa doença. E ao longo dos últimos três, quatro anos tem aparecido empresas investindo nesse segmento, inclusive produzindo vinho e o Idiarn fez um trabalho sobre a ocorrência de Xanthomonas aqui, porque não tinha esse conhecimento. Para nossa surpresa, apareceu a doença”, detalha.

    A preocupação no momento é evitar prejuízos, reforça o secretário. “É uma coisa que a gente precisa avaliar para não causar um prejuízo agora, ou um prejuízo maior no futuro, porque tem uma empresa que está investindo pesado nisso aqui no Rio Grande do Norte”, diz.

    A praga, segundo o titular da Sape, não altera o aspecto da fruta, mas pode comprometer o desenvolvimento das plantas. “Ela pode matar a planta. É uma ocorrência de uma doença que, perante o Ministério, tem um controle mais efetivo. E como o RN não tinha presença comercial tão forte de uva, essa praga não era importante para nós”, completa.

    Entenda o que é a praga

    A praga Xanthomonas campestris pv. viticola, conhecida como Cancro-Bacteriano da videira, é uma doença de origem bacteriana que atinge as plantas de uva e está entre as mais preocupantes para a viticultura brasileira. Ela provoca lesões que comprometem folhas, ramos e frutos, podendo levar à morte da planta quando não controlada.

    De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os primeiros sintomas aparecem nas folhas, sob a forma de pequenos pontos escuros de 1 a 2 milímetros de diâmetro, com ou sem halo amarelado ao redor. Essas manchas podem se unir e causar a necrose de grandes áreas do tecido foliar.

    Nos ramos, nervuras e cachos, surgem manchas escuras e alongadas que evoluem para fissuras de coloração negra — os chamados cancros. As bagas (frutos) tornam-se irregulares em tamanho e cor, podendo apresentar áreas necróticas.

    O monitoramento constante é essencial durante todo o crescimento da planta. A identificação precoce de focos permite adotar medidas de contenção e impedir que a doença se espalhe. Entre as principais ações de controle estão o uso de mudas sadias, a eliminação de ramos infectados e a desinfecção das ferramentas após o uso em plantas doentes.

    Por se tratar de uma praga quarentenária A2, o Cancro-Bacteriano tem circulação restrita no País. Ele é tradicionalmente registrado nas regiões de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), polos produtores do Vale do São Francisco. O transporte de material vegetativo dessas áreas para outras partes do Brasil é proibido, justamente para evitar a disseminação da doença

  • MANGA/CEPEA: Mesmo com virada de mês, preços se mantêm estáveis no Semiárido

    MANGA/CEPEA: Mesmo com virada de mês, preços se mantêm estáveis no Semiárido

    Por Ricardo von Zuben & Lucas de Mora Bezerra – 

    Piracicaba 07 – Devido ao início da colheita de tommy no estado de São Paulo, os preços nas praças nordestinas apresentaram leves variações. Nesta semana (de 3 a 7/11), no Vale do São Francisco (BA/PE), a variedade registrou pequena desvalorização de 10%, negociada a R$ 1,86/kg, em média. Em Livramento de Nossa Senhora (BA), sobretudo devido à oferta controlada, as cotações se mantiveram próximas da estabilidade. Assim, a manga tommy foi comercializada à média de R$ 1,45/kg, com ligeiro avanço de 7% frente à da semana anterior. Para a palmer, agentes consultados pelo Hortifrúti/Cepea apontam leve diminuição de oferta.

    Apesar da menor disponibilidade momentânea, os preços variaram pouco. A palmer foi cotada a R$ 2,23/kg no Vale, a R$ 1,86/kg em Livramento e a R$ 2,16/kg no Norte de Minas Gerais. Para as próximas semanas, a expectativa é de que os volumes de palmer diminuam, especialmente nas regiões de Minas e de Livramento, o que pode, a depender do ritmo de pedidos do mercado interno, colaborar para um avanço dos preços.

    Fonte: hfbrasil.org.br

  • Umbu pode ter amplo uso nutricional, cosmético e medicinal

    Umbu pode ter amplo uso nutricional, cosmético e medicinal

    Pesquisa caracteriza polpa da fruta com análises avançadas e aponta usos que vão da saúde intestinal ao desenvolvimento de novos aromas

    O umbu (Spondias tuberosa Arruda), fruta nativa do semiárido brasileiro e símbolo da Caatinga, acaba de ter sua polpa caracterizada de forma abrangente em estudo científico inédito que integra técnicas avançadas de análise química e sensorial.

    Os resultados revelam que o fruto reúne compostos bioativos de alto valor, além de um perfil aromático singular, o que abre espaço para sua utilização em alimentos funcionais, cosméticos, fragrâncias e até medicamentos.

    estudo, realizado em colaboração entre a Embrapa e cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), consolidou o umbu, fruto típico da Caatinga, como uma promissora matéria-prima.

    De acordo com a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Juliane Welke, o trabalho investigou, pela primeira vez, tanto os compostos fenólicos extraíveis por métodos tradicionais de avaliação, quanto aqueles até então negligenciados, chamados de não extraíveis.

    Segundo a doutoranda Rafaela Silveira, essa fração não extraível, foi responsável por impressionantes 82% do conteúdo total de polifenóis da polpa de umbu e demonstrou alta capacidade antioxidante.

    “Isso significa que o umbu pode ajudar a neutralizar radicais livres, associados ao envelhecimento celular e a doenças crônico-degenerativas, como cânceres e doenças cardiovasculares”, explica Silveira.

    Foram identificados 19 compostos fenólicos e um ácido orgânico, com destaque para os flavonoides como miricetina, rutina, quercetina e kaempferol – moléculas já reconhecidas pela ciência por seus efeitos anti-inflamatórios, cardioprotetores e até pela atuação no combate ao estresse oxidativo.

    Essas substâncias reforçam o potencial do fruto como ingrediente de produtos que vão além da alimentação, alcançando aplicações farmacêuticas.

    No campo dos aromas, o estudo encontrou 26 terpenos, além de álcoois, ésteres, ácidos, aldeídos e cetonas. Compostos como citral, β-linalol, nerol e p-cimeno são os principais responsáveis pelo aroma exótico do umbu, que mistura notas cítricas, florais e doces.

    O perfil aromático diferenciado justifica o interesse da indústria de alimentos e cosméticos em explorar a fruta como matéria-prima e coadjuvante para produtos inovadores.

    Além do apelo sensorial e funcional, segundo Aline Biasoto, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, o estudo aponta que o aproveitamento integral do umbu pode contribuir para a economia circular e para a geração de renda no semiárido nordestino, região historicamente afetada pela escassez hídrica. Hoje, a fruta é comercializada principalmente na forma de polpa, utilizada na produção de geleias, compotas, sorvetes, sucos, licores e cervejas por cooperativas locais.

    Potencial 

    O umbuzeiro, capaz de armazenar água em suas raízes para sobreviver às secas prolongadas, é considerado um patrimônio cultural do semiárido. A coleta de seus frutos é tradicionalmente realizada por agricultores familiares, garantindo sustento a diversas comunidades no bioma Caatinga.

    Saulo de Tarso Aidar, pesquisador da Embrapa Semiárido e coordenador do projeto “Uso e conservação da biodiversidade nativa da Caatinga ou adaptada ao bioma com potencial de uso frutífero e ornamental” (Finep nº 01.22.0614.00, referência 0230/19), acredita que com essa nova caracterização científica, o fruto ganha respaldo, podendo vir a conquistar novos mercados e ampliar o impacto socioeconômico da espécie.

    Segundo os pesquisadores, estudos futuros devem aprofundar o papel dos compostos fenólicos do umbu na saúde intestinal e avaliar aplicações específicas do fruto em alimentos funcionais e suplementos. No campo dos aromas, a diversidade de terpenos identificados mostra o potencial da fruta em produtos cosméticos e alimentícios.

    Ao revelar a riqueza bioquímica e aromática do umbu, o estudo reposiciona a fruta, até então subutilizada e com altas perdas pós-colheita, como matéria-prima estratégica para inovação industrial. A ciência, mais uma vez, mostra que o semiárido brasileiro pode ser fonte de soluções sustentáveis que unem saúde, sabor e tradição cultural.

    Outras linhas de pesquisa com o umbuzeiro

    Além dos trabalhos voltados à caracterização da polpa de umbu, outras frentes de pesquisa vêm sendo conduzidas com a espécie, com foco na viabilização do plantio comercial do umbuzeiro. Entre os avanços mais relevantes está o desenvolvimento e o registro, em 2019, das primeiras cultivares melhoradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). São quatro materiais lançados pela Embrapa: BRS 48, BRS 52, BRS 55 e BRS 68, todos com produtividade superior à média e adaptados às condições do bioma Caatinga.

    Segundo o pesquisador Visêldo Ribeiro da Embrapa Semiárido (Petrolina, PE), que participou diretamente do desenvolvimento das cultivares, os novos materiais representam um passo importante na domesticação do umbuzeiro, reduzindo a dependência do extrativismo e ampliando as oportunidades de geração de renda para agricultores familiares.

    Paralelamente, outra linha de pesquisa se dedica ao desenvolvimento de formulações e produtos que fortaleçam a cadeia produtiva do umbu, agregando valor ao fruto além do consumo in natura. Já bastante utilizado na produção de doces e geleias, o umbu também se tornou base para novos produtos, como um fermentado elaborado recentemente pela mesma equipe de pesquisadores, resultado de estudos que exploram o potencial sensorial e econômico da fruta na agroindústria.

    O estudo, de Rafaela Silveira, UFRGS, Karolina Hernandes, UFRGS, Luana Mallmann, UFRGS, Viseldo Oliveira, Embrapa Semiárido, Cláudia Zini, UFRGS, Aline Biasoto, Embrapa Meio Ambiente e Juliane Elisa Welke, UFRGS, está disponível aqui.

    Cristina Tordin (13273-146)
    Embrapa Meio Ambiente

    Contatos para a imprensa

    Telefone: 19 992626751

  • Workshop anuncia aumento nas exportações de manga do Vale do São Francisco para os EUA

    Workshop anuncia aumento nas exportações de manga do Vale do São Francisco para os EUA

    Apesar das novas tarifas adotadas pelos Estados Unidos, no início do semestre, a expectativa dos produtores de mangas do Vale do São Francisco para a safra de 2025, é de ampliar em 8% às vendas para os EUA, com a exportação de 40 mil toneladas da fruta. Das 237 mil toneladas de manga exportadas pelo Vale do São Francisco na última safra (2024), 37 mil toneladas (15%), seguiram para o mercado norte-americano, movimentando 46 milhões de dólares.

    Os números e a ampliação das exportações, foram anunciados em Petrolina, nesta quarta-feira (5), durante a 15ª edição do Workshop Internacional da National Mango Board no Vale do São Francisco. Reunidos na Valexport (Associação dos Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco), produtores, exportadores, técnicos agrícolas, engenheiros agrônomos, pesquisadores e consultores, debateram qualidade, sustentabilidade e competitividade das mangas brasileiras destinadas à exportação.

    Iniciativa conjunta da Valexport e National Mango Board (NMB), instrumento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o evento apresentou palestras e mesa-redonda técnica com pesquisadores da Embrapa Semiárido, Frutvasf/Univasf e Sebrae e teve o apoio do Centro de Excelência em Fruticultura-Senar. Durante todo o dia, o público pôde ainda atualizar conhecimentos acerca de fisiologia, nutrição, sanidade, melhoramento genético, variedades, qualidade e mercado da fruta.

    O gerente de Relações com a Indústria da National Mango Board, César Fávero, comemorou a repercussão do Workshop, ressaltando a importância e os resultados positivos da parceria técnica e científica entre Brasil e Estados Unidos. “Nestes 15 anos, a qualidade da manga originária do Brasil tem se elevado. A frequência de envios também está sendo muito consistente e isso só tem a agregar ao aumento de consumo de mangas nos Estados Unidos”, frisou.

    De acordo com Tássio Lustoza, gerente Executivo da Valexport, o Workshop vem se consolidando como um fórum essencial para atualizar os exportadores brasileiros sobre tendências de consumo, padrões técnicos e exigências regulatórias do setor. “Isso significa uma contribuição direta para a sustentabilidade econômica e reputacional da manga brasileira no exterior”. Ainda durante o evento, a diretoria da Valexport recebeu uma Moção de Aplausos, concedida por unanimidade

    pelos parlamentares da Câmara de Vereadores de Petrolina pela realização da 15ª edição do Workshop Internacional da National Mango Board no Vale do São Francisco. O autor do requerimento, vereador Ronaldo Silva, justificou a concessão da honraria pelo objetivo do evento em fortalecer a cooperação técnica e científica entre o Brasil e os Estados Unidos, valorizando a expressiva importância econômica e social da fruticultura irrigada no Vale do São Francisco.

    Outro destaque desta edição foi a nomeação da produtora e exportadora do Vale do São Francisco, Ana Helena Coelho Medeiros para o Conselho Diretor da National Mango Board (NMB),

    pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Reafirmando o protagonismo da fruticultura regional; a representatividade brasileira e o reconhecimento internacional do Vale do São Francisco. Para o gerente Comercial da Finobrasa Agroindustrial, Rodrigo Pinheiro, o maior retorno do Workshop foi a troca de informações e a geração de conhecimento nas áreas de produção, manejo, marketing e comercialização para o mercado americano. “Estou participando pela primeira vez, faço uma avaliação super positiva e recomendo para todos os produtores e exportadores visando o crescimento regional da cultura da manga”, concluiu.

  • Workshop Internacional discute em Petrolina cadeia produtiva da manga destinada à exportação

    Workshop Internacional discute em Petrolina cadeia produtiva da manga destinada à exportação

    Fisiologia, nutrição e sanidade no cultivo da mangueira, melhoramento genético, variedades, qualidade e mercado, conectando a pesquisa ao consumo. Estes são os temas principais da 15ª edição do Workshop Internacional da National Mango Board no Vale do São Francisco, que será realizado na próxima quarta-feira (5), das 8h às 17h30, no auditório da Valexport (Associação dos Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco).

    O evento, uma iniciativa conjunta da National Mango Board (EUA) e Valexport, com apoio da Embrapa Semiárido, Frutvasf/ Univasf, Sebrae e Centro de Excelência em Fruticultura-Senar, tem como propósito fortalecer a parceria técnica e científica entre Brasil e Estados Unidos, promovendo a melhoria contínua da qualidade, sustentabilidade e competitividade das mangas brasileiras destinadas à exportação.

    O encontro vai reunir produtores rurais, exportadores, técnicos agrícolas, engenheiros agrônomos, pesquisadores, consultores, representantes de instituições públicas e privadas, visando fortalecer o intercâmbio técnico e científico com os representantes da National Mango Board (NMB), instrumento do Departamento Americano de Agricultura, que tem como meta principal aumentar o consumo da fruta nos Estados Unidos.

    A programação inclui uma mesa-redonda técnica pela manhã e um ciclo de palestras durante a tarde entre os palestrantes, estarão pesquisadores da Embrapa Semiárido e da Frutvasf/Univasf, além de diretores da National Mango Board, que trarão informações estratégicas sobre o consumo de manga nos Estados Unidos e o impacto dos programas de marketing e pesquisa conduzidos pela NMB. Também já confirmaram presença profissionais das áreas de qualidade, rastreabilidade, certificação, logística e mercado internacional de várias partes do país.

    De acordo com o gerente Executivo da Valexport, Tássio Lustoza, os Estados Unidos representam o principal destino das exportações de manga do Vale do São Francisco, absorvendo anualmente cerca de 50 mil toneladas da fruta brasileira. “O mercado norte-americano é altamente exigente em qualidade, segurança alimentar e rastreabilidade, e o trabalho conjunto com a

    NMB tem sido decisivo para que o Brasil mantenha sua posição de destaque e confiança”, ressaltou.

    Lustoza destacou ainda, a importância da realização do Workshop, enquanto fórum essencial para atualizar os exportadores brasileiros sobre tendências de consumo, padrões técnicos e exigências regulatórias do setor. “Certamente teremos mais uma grande oportunidade para ampliação dos conhecimentos, inovações e boas práticas no cultivo, manejo e pós-colheita da manga, compreendendo como a pesquisa e o mercado internacional influenciam a qualidade e a competitividade da fruta do Vale do São Francisco, referência global em produção sustentável e qualidade de mangas frescas”, concluiu.

    Mais informações:(87) 3863-6000

    Inscrições gratuitas:  https://www.sympla.com.br/evento/xv-workshop-da-national-mango-board-no-vale-do-sao-francisco/3185461?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAac9GU68selQAkmbmKNXDIZOZ_c35j2gDdtN5NYPCYCqNOFxzwq3Dkat1FSiFQ_aem_7YZBYfYclgpoLMuVkMPH4A&referrer=l.instagram.com&referrer=l.instagram.com&share_id=copiarlink

  • Workshop Internacional vai discutir esta semana em Petrolina, cadeia produtiva da manga destinada à exportação

    Workshop Internacional vai discutir esta semana em Petrolina, cadeia produtiva da manga destinada à exportação

    Fisiologia, nutrição e sanidade no cultivo da mangueira, melhoramento genético, variedades, qualidade e mercado, conectando a pesquisa ao consumo. Estes são os temas principais da 15ª edição do Workshop Internacional da National Mango Board no Vale do São Francisco, que será realizado quarta-feira (5), das 8h às 17h30, no auditório da Valexport (Associação dos Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco).

    O evento, uma iniciativa conjunta da National Mango Board (EUA) e Valexport, com apoio da Embrapa Semiárido, Frutvasf/ Univasf, Sebrae e Centro de Excelência em Fruticultura-Senar, tem como propósito fortalecer a parceria técnica e científica entre Brasil e Estados Unidos, promovendo a melhoria contínua da qualidade, sustentabilidade e competitividade das mangas brasileiras destinadas à exportação.

    O encontro vai reunir produtores rurais, exportadores, técnicos agrícolas, engenheiros agrônomos, pesquisadores, consultores, representantes de instituições públicas e privadas, visando fortalecer o intercâmbio técnico e científico com os representantes da National Mango Board (NMB), instrumento do Departamento Americano de Agricultura, que tem como meta principal aumentar o consumo da fruta nos Estados Unidos.

    A programação inclui uma mesa-redonda técnica pela manhã e um ciclo de palestras durante a tarde entre os palestrantes, estarão pesquisadores da Embrapa Semiárido e da Frutvasf/Univasf, além de diretores da National Mango Board, que trarão informações estratégicas sobre o consumo de manga nos Estados Unidos e o impacto dos programas de marketing e pesquisa conduzidos pela NMB. Também já confirmaram presença profissionais das áreas de qualidade, rastreabilidade, certificação, logística e mercado internacional de várias partes do país.

    De acordo com o gerente Executivo da Valexport, Tássio Lustoza, os Estados Unidos representam o principal destino das exportações de manga do Vale do São Francisco, absorvendo anualmente cerca de 50 mil toneladas da fruta brasileira. “O mercado norte-americano é altamente exigente em qualidade, segurança alimentar e rastreabilidade, e o trabalho conjunto com a

    NMB tem sido decisivo para que o Brasil mantenha sua posição de destaque e confiança”, ressaltou.

    Lustoza destacou ainda, a importância da realização do Workshop, enquanto fórum essencial para atualizar os exportadores brasileiros sobre tendências de consumo, padrões técnicos e exigências regulatórias do setor. “Certamente teremos mais uma grande oportunidade para ampliação dos conhecimentos, inovações e boas práticas no cultivo, manejo e pós-colheita da manga, compreendendo como a pesquisa e o mercado internacional influenciam a qualidade e a competitividade da fruta do Vale do São Francisco, referência global em produção sustentável e qualidade de mangas frescas”, concluiu.

    Mais informações:(87) 3863-6000

    Inscrições gratuitas:  https://www.sympla.com.br/evento/xv-workshop-da-national-mango-board-no-vale-do-sao-francisco/3185461?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAac9GU68selQAkmbmKNXDIZOZ_c35j2gDdtN5NYPCYCqNOFxzwq3Dkat1FSiFQ_aem_7YZBYfYclgpoLMuVkMPH4A&referrer=l.instagram.com&referrer=l.instagram.com&share_id=copiarlink