Startup Ajuda Fotógrafo a Ganhar Um Pouco Mais

Não se sabe exatamente quantos fotógrafos profissionais ou amadores existem no Brasil – fala-se em 100 mil, mas ninguém sabe ao certo. O certo é que agora surgiu uma nova janela onde o artista pode se conectar com quem quer comprar sua arte e vende-la pelo preço que achar justo e não o imposto pelos […]
Flamengo Deu Pontapé Para Seu Novo Museu

Responsável pela concepção e implementação de 17 museus em sete países, entre eles os do Boca Juniors, River Plate, Juventus, Benfica e da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), a MUDE Brasil – Administração de Museus Esportivos, conseguiu atrair R$ 18 milhões para a construção do novo Museu Flamengo, que terá 14 áreas temáticas abrangendo as […]
Hábitos Adquiridos na Pandemia Devem Continuar

A pandemia fez o brasileiro passar mais tempo ligado na internet. Isso acabou contribuindo para o crescimento do consumo de atividades culturais no ambiente on-line como forma de compensar o impacto do Covid-19 em seu dia a dia, hábito que pretende manter mesmo depois do retorno à normalidade.
A conclusão é da pesquisa realizada pelo Instituto Itaú Cultural e o Instituto Datafolha, que ouviu 2.276 pessoas em todo o país. De acordo com o levantamento, 76% dos entrevistados informaram que passaram a se conectar todos os dias quando em 2020 esse índice era de 71%.
A pesquisa destacou que o hábito de consumir atividades culturais on-line tem boas chances de se manter no pós-pandemia. Conforme os dados tabulados, 80% dos que assistiram a apresentações de teatro, música e dança nesse ambiente pretendem seguir com a prática mesmo após a volta à normalidade. O índice é o mesmo declarado para aulas ou oficinas de arte.
Programação Pode Ser Híbrida, Mas Estar Lá é Melhor

Gerente do Observatório Itaú Cultural comenta sobre a pesquisa feita pelo Instituto referente a mudanças nos hábitos de consumo de produtos culturais e constata: experiência presencial é a favorita.
Quer Produzir Vídeo? Então Aprenda a Fazer Bom Roteiro

Quando assistimos a algum conteúdo audiovisual, de qualidade ou não, seja na televisão, nos streamings da vida ou aquele vídeo de vendas e treinamento que sua empresa precisa divulgar para padronizar sua comunicação, quase sempre, ou na maioria das vezes, um bom roteiro criado e aprovado é uma das peças fundamentais para o sucesso ou […]
Pedras no Caminho Sempre Geram Oportunidades

Fazer transmissão de apresentações ao vivo foi o caminho alternativo que artistas encontraram para sobreviver durante a pandemia. E durante esse período de trevas luziu a chama da oportunidade, que sempre surge quando as pedras parecem intransponíveis. E foi assim que lives não passaram a representar apenas uma forma de aliviar o bolso de quem […]
Pense o Que Quiser Sobre ESG, Só Não Deixe de Ler Essa Entrevista

Certamente é a entrevista mais longa que publiquei. A função do editor é cortar trechos menos relevantes e deixar apenas o essencial. E há uma voz corrente na Internet de que textos devem ser curtos, para serem consumidos rapidamente, como quase tudo nos tempos atuais. Vou quebrar as duas regras.
Por vários motivos. Escolhi essa entrevista – que é mais uma conversa do que entrevista – para ser nosso cartão de visita do site Valor Cultural, a nova casa para atender os fazedores (e consumidores) de cultura. Assim como na revista Marketing Cultural, que Valor Cultural está substituindo, só a convidados com algum grau de excelência será oferecido espaço para inserção de conteúdo ou exposição de ideias.
Segundo motivo é que não encontrei trechos menos relevantes. Após a revisão de tudo o que foi dito, fiquei com a sensação de injustiça se somente eu tivesse o direito de ter acesso total aos conhecimentos revelados aqui, onde perguntas foram respondidas e contextualizadas.
E um terceiro é que a pressa contemporânea não é motivo para todos aqueles que se interessam pela agenda ESG, pela postura dos gestores de empresas, pela atenção menor que está se dando ao S dessa sigla, pela ética e princípios que devem nortear negócios, pela postura de produtores culturais, pelas análises abrangendo a relação entre patrocínio, ESG e leis de incentivo, pelo impacto das ações de responsabilidade social das companhias, que não devem mirar somente o entorno de suas unidades, e pela origem da má formação de diretores que não reconhecem que, antes de tudo, qualquer empresa é um ser social, como exige o próprio registro para se obter CNPJ, deixem de apreciar essa matéria do começo ao fim.
Marcio Schiavo* não é um diletante. Seu compromisso com as melhores práticas das empresas pode ser contado em décadas de dedicação a consultoria nas áreas de responsabilidade social, projetos sociais e culturais, meio ambiente, formação de editais e políticas de patrocínio. Seus diversos clientes estão na lista da Bolsa de Valores ou são instituições vocacionadas a buscar o bem comum com seriedade.
Por isso convido dirigentes de empresas ou entidades do 3º Setor, consultores que se interessam pela agenda ESG ou responsabilidade social, gestores e produtores culturais, captadores de recurso ou mesmo aqueles que só querem ampliar seu conhecimento profissional e refletir sobre sua postura pessoal, a reservarem um tempo para digerirem essa que considero uma das melhores entrevistas que já fiz.
Acho que ela representa muito bem o espírito que desejamos espalhar por aqui.
E instalar o selo de qualidade que nos permite, orgulhosamente, anunciar:
Bem-vindo à Valor Cultural.
Vamos Parar de Dar Nossos Livros de Poesia

Conheci Eduardo Martins quando ele buscava parcerias para o crescimento da revista Marketing Cultural, de sua autoria, no Rio de Janeiro. Uma ferramenta fundamental para produtores e artistas, que precisavam construir um mercado sustentável para a arte. Nossa sintonia foi imediata. Como produtor cultural há 35 anos, mais de 100 projetos realizados, afirmo a importância deste novo produto, que nasce com muita experiência e paixão: o site VALOR CULTURAL.
Neste breve artigo vou focar apenas em aspectos genéricos para a nossa reflexão.
Artistas, produtores e patrocinadores, na sua maioria, precisam refletir sobre o “Mecenato”. Palavra romana criada em homenagem a Caio Mecenas (70 ac a 8 ac), amante patrocinador dos poetas e das artes. Adiante a igreja católica assumiu também o papel de Mecenas.
Este ato paternalista se tornou um poderoso MEME no Brasil e em outros continentes. Nos tempos modernos surgiu o “marketing”, palavra desmoralizada pelo marketing político de alguns (marqueteiros), mas fundamental para aproximação da arte com o mercado. Vieram as leis de incentivo (adiante sem contrapartidas para as empresas patrocinadoras). E agora surge uma forte vertente para o apoio a projetos “socioculturais sustentáveis”. Fica a pergunta: as empresas patrocinadoras enxergam a importância da cultura, sem mecenato e paternalismo? Os artistas e produtores acreditam na possibilidade de construção de um mercado autossustentável?
Responsabilidade Cultural Vai Além do Bom Negócio

Debate sobre responsabilidade cultural, marketing cultural, comportamento das empresas, desastre da lei Rouanet… Essa entrevista toca nas feridas que estão afetando setor que deveria ser um dos pilares da economia brasileira!
Responsabilidade Cultural é uma forma contemporânea e dinâmica de se olhar para o investimento social privado na cultura. “É uma atitude que obriga as organizações corporativas a cuidar do crescimento cultural das comunidades. Além disso, ela é uma variação do interlocutor da responsabilidade: a partir do contexto em que as empresas operam na comunidade onde as pessoas vivem”, define Américo Córdula, consultor e executivo na área de Responsabilidade Cultural, especialista em Políticas para a Diversidade Cultural, com passagem pelo Ministério da Cultura, onde foi Secretário de Identidade e Diversidade Cultural (2005-2010) e Secretário de Políticas Culturais (2011-2015).
Córdula entende a Responsabilidade Cultural a partir da perspectiva de criar possibilidades de transformação pessoal, uma ideia, segundo ele, que vai além da cultura como um bom negócio, que ultrapassa o ponto de vista do mecenas.
“A Responsabilidade Cultural é anticapitalista e como colocar isso dentro do universo corporativo é o grande desafio”, destaca o gestor cultural.
Acompanhe a entrevista concedida ao repórter Amundsen Limeira:
Mais Que Direito, Cultura é Necessária. E Sabemos Para Quê

Do Direito à Cultura Comecemos pelo direito. Está assegurado lá, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, assinada por 192 países, o Brasil inclusive: – Artigo 27 – 1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que […]