5 Construtoras Mais Valiosas. Qual Relação Elas Têm Com Responsabilidade Social?

Algumas construtoras tiveram muito lucro em 2023 e publicação do Estado de S. Paulo apontou as cinco que mais cresceram em valor de mercado naquele ano. Com base nessa informação, buscamos saber o perfil dessas companhias e qual o envolvimento delas com cultura ou responsabilidade social. O resultado foi esse, cujo detalhamento está em nosso […]
Moda: Fusão de Gigantes Abrirá Espaço Para os Proponentes Culturais?

O mercado da moda no Brasil comercializou R$ 6,5 bilhões de peças em 2023 e prevê-se faturamento global de 1 trilhão de dólares em 2025. Por aqui foram gerados R$ 4,6 bilhões em vendas em 2022, contra R$ 5,2 bilhões em 2021. O PIB da Cultura e da Economia Criativa (Ecic), elaborado pelo Observatório do […]
Descubra Qual é a Relação do Agro Com Investimento Social

O segmento do agronegócio fechou 2021 com crescimento bruto de 42,19% e participação de 27,4% no PIB nacional, a maior desde 2004. São informações publicadas pela revista Exame ao divulgar seu levantamento referente às Melhores e Maiores empresas de 2021.
No topo da lista está a SLC Agrícola, que foca principalmente em algodão, soja e milho e foi uma das primeiras empresas brasileiras do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo. Seu lucro líquido no ano ultrapassou 1 bilhão de reais.
Mas teve empresa com lucro ainda maior – a FS, com sede em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, chegou na marca de R$ 1,4 bilhão.
Mas com tanta pujança, qual é o interesse que as empresas do agronegócio têm pela cultura, pela educação, pelo social, enfim?
Com base nos 20 primeiros colocados na pesquisa da revista Exame, procuramos obter respostas pesquisando em nosso Perfil de Patrocinadores.
Atualizamos informações sobre algumas que já estavam no Perfil e incluímos outras que ainda não patrocinaram eventos culturais. Conhecê-las pode ser uma forma de abrir portas.
Nossos leitores poderão ver o resultado a seguir e buscar mais detalhes na nossa lista com mais de 1.200 empresas patrocinadoras.
Bancas de Advocacia Têm Pontos Comuns: Transparência é Um

Contabilizamos mais de 50 escritórios de advocacia que utilizam lei federal de incentivo para beneficiar projetos culturais, mas quase todos têm um ponto em comum – preferem aplicar em planos anuais que envolvam museus e exposições. É quase uma regra entre eles.
Juntos já fizeram uso de cifra superior a R$ 83 milhões desde 1996 e outra coisa em comum é a quase nula transparência que dão às aplicações que fazem com renúncia fiscal.
Quem mais utiliza esse incentivo é Pinheiro Neto, que apoia ações de capacitação e treinamento de pessoal, livros, planos anuais de museus, oficinas de capacitação, restauração de patrimônio material e festival de teatro. A verba utilizada para se beneficiar desse mecanismo ultrapassou R$ 32 milhões, sendo R$ 4,3 milhões no ano passado.
O curioso sobre esse escritório é que no ano de 2018 divulgou excelente Relatório de Atividades detalhando suas aplicações e também um estudo, em parceria com o Instituto Phi, com avaliação sobre todos os investimentos feitos pela empresa no ano anterior. De 2019 em diante deu um pontapé na transparência e, quando questionado sobre esse comportamento, negou-se a responder. Nem atualizada sua página de Responsabilidade Social é mais.
Embora a maioria esconda os investimentos que fazem com leis de incentivo, algumas têm comprometimento explícito com ações de cidadania, inclusão e capacitação e melhor exemplo é a Mattos Filho, que criou até um Instituto que tem como pilares de atuação promover o acesso à Justiça; conceder bolsas de estudos; difundir o conhecimento jurídico por meio de novas metodologias; e apoiar iniciativas da sociedade civil direcionadas à diversidade e à cidadania. Em 2021 fez escolhas via edital, fato raro dentro desse nicho.
Separamos onze escritórios de advocacia que já utilizaram mais de R$ 1 milhão com lei Rouanet.